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CEO da Bart Digital, Mariana Bonora, comenta as transformações digitais que o agro sofreu durante a pandemia

A pandemia mundial causada pelo covid-19, a sanção da Lei do Agro no Brasil e a desburocratização do acesso ao crédito fizeram de 2020 o ano em que o mercado agro nacional caminhou a passos largos rumo à digitalização. Apenas na agtech Bart Digital (www.bartdigital.com.br), as CPRs (Cédula de Produto Rural) eletrônicas movimentam R$ 3,2 bilhões durante a pandemia.

“Os impactos foram grandes para todos os players do mercado agro. Alguns cartórios deixaram de realizar atendimentos presenciais e o registro eletrônico foi a única alternativa para a formalização das garantias agrícolas. Além disso, com o distanciamento social, o produtor rural passou a ficar mais na fazenda, limitando seu deslocamento para coleta de assinaturas em punho e registros em balcão de cartórios”, explica Mariana Bonora, CEO da Bart Digital.

Após sete meses de operação, a plataforma Ativus, da Bart Digital, chegou a 13 estados com a formalização eletrônica de garantias para as culturas de soja, milho, algodão e café, da safra 2020/2021, movimentando R$ 3,2 bilhões em poucos meses. Para contribuir com a continuidade das operações de financiamento ao produtor rural e garantir que os insumos chegassem ao campo, a Bart Digital antecipou o lançamento da ferramenta para viabilizar a emissão e registros de recebíveis completamente eletrônicos.

Ainda em linha com a nova legislação, a agtech também oferece aos seus clientes a possibilidade de realizar o registro centralizado de suas cédulas. “O desafio agora é disponibilizar uma interface simples e amigável para que todos os elos da cadeia agrícola possam adequar seus recebíveis à nova regulamentação”, conclui a especialista. Na prática, qualquer pessoa ou entidade interessada pode usufruir do sistema Ativus que, atualmente, já possui usuários de perfis diversificados, como indústrias, revendas, cooperativas, instituições financeiras e securitizadoras.

Sobre a Bart Digital

Pioneira na emissão de e-CPR (Cédula de Produto Rural eletrônica), a Bart Digital (www.bartdigital.com.br) é uma agtech fundada em 2016 que visa oferecer soluções digitais voltadas ao financiamento agrícola. A empresa é dirigida por sua fundadora, a advogada Mariana Bonora, que também é membro da Diretoria da ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs).

A Bart Digital dispõe de automação de processos, contratos digitais, monitoramento de culturas e de um centro de serviços relacionados para tornar o desembolso de crédito mais rápido e transparente. Suas iniciativas também reduzem o risco de desempenho através de rastreabilidade e monitoramento ativo, tudo de forma ágil, transparente e segura.

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